
A celebração do 1º de Maio remonta a 1886, quando foi brutalmente reprimida em Chicago uma greve de operários pela redução da jornada de trabalho diária, então nas 14 horas. Três anos depois foi adotado, em congresso da segunda Internacional Socialista, como Dia Internacional dos Trabalhadores. Apesar de proibido pelo Estado Novo, que considerava a data subversiva, manteve-se em Portugal como momento de luta contra a ditadura e pelos direitos mais essenciais. Era evocado em jornais e panfletos clandestinos ou em celebrações privadas de grande simbolismo, sendo também pautado por arriscadas ações reivindicativas ou em manifestações de rua logo atacadas pela polícia.
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